Iphonia

3 comentários

E esse vídeo do Izabo com os Iphones? Todo mundo já viu?

Vodpod videos no longer available.

Nem gosto da proposta “funk japa” deles, não, mas adorei o vídeo!

Anúncios

TV Music

1 Comentário

O Fredrik é uma gracinha, gente! Ele gosta de música, de TV e aí se duplicou no PC pra fazer um medley de aberturas de seriados. Olha que coisa mais fofa:

No canal dele do YouTube tem mais um monte de musiquinha. EEEEEE!

Muppets cantam “Bohemian Rhapsody”

Deixe um comentário

ADORO essas paródias dos Muppets pra clipes famosos. Essa aqui, lançada ontem, é das melhores:

Adoro o animal…

Fake mob do ano

3 comentários

Tá, primeiro, eu confesso que adorei a música.  Segundo, eu sei que esse flash mob tá super combinado (para a Oprah, ainda por cima) e tals… mas ah, o efeito é fantástico, tá? Adoro essas coisas, ó:

Não é bom?

(dica da Ludmila)

Um tal Filipe Catto

8 comentários

Catto2

Sábado passado fui parar no show de um tal Filipe Catto. Um “tao” Filipe Catto. Da música, do sentimento, da ousadia, da arte. Com apenas 22 anos, o cantor portoalegrense ocupa o palco com uma presença que vai bem além do que está em cena: corre até as fronteiras gaúchas, flerta com o tango, tromba no samba, esbarra na boemia do século passado e se derrama sobre o público. Dá um banho, mesmo.

Em seu único EP lançado até agora, “Saga”, Catto dá conta de tudo. Letra e música são dele em quase todas as canções. O desenho dos encartes também, rabiscados em guardanapos de bar. Os arranjos, a produção, o show: tudo marcado com a assinatura visceral que só os grandes artistas tem. E se soa exagerado, é pra combinar com a música.

Catto

As influências de Elis Regina, Maysa e Piaf (de quem Catto leva algumas músicas pro palco) saltam aos ouvidos tanto quanto as mãos inquietas e o gestual exagerado saltam aos olhos. E a comparação com cantoras é bem adequada: o timbre, surpreendentemente cristalino e agudo, é quase feminino. Ou não. Depois do primeiro acorde, qualquer tentativa de classificação de gêneros (musicais, humanos), soará ridícula. Como cabe à verdadeira arte, a música de Catto vem dançar naqueles espaços de interstício, de possibilidades, de figuras difusas e indefinidas.

E tem as letras. Num mundo de Mallu Magalhães, é bom ver que prodígios reais existem. Para a pouca idade que tem, Catto escreve sobre os sentimentos com paixão e maturidade ímpares. É fingindo que “é dor a dor que deveras sente” que ele solta um “deixo você pra quem quiser ser teu”. Que ele trova um “meu amor, não enxugues o meu pranto. Ri!”. E fecha o disco (na minha faixa predileta, “Roupa do corpo”), com uma dessas frases antológicas que fazem da MPB o que ela é: “traz mais uma gelada que a nega aqui hoje teve alforria”.

Catto1

Sábado passado fui parar no show de um tal Filipe Catto. E foi por muita sorte. Não vai demorar pra eu precisar disputar a tapa um ingresso pra ver, outra vez, o espetáculo que assisti. Acha que eu tô exagerando? Então ouve. E depois, me conta…

Por que adorar estudantes de comunicação?

4 comentários

Porque só eles (ou seja, nós) levariam um vídeo desses para uma mostra de Iniciação Científica:

Foi tudo planejado e executado pelos estudantes da faculdade de comunicação da Universidade do Quebec, no Canadá. Além de ganhar um monte de prêmio (inclusive o da mostra, claro), o vídeo é sucesso no You Tube. Tinha como não ser?

Two weeks

2 comentários

Grizzly Bear é uma banda de Nova Iorque que faz um folk-rock meio indie, essa coisa bem “pop-cult-retrô-bacaninha”, sabe? Pois é. “Two weeks” é uma das músicas mais fofinhas deles. E acabou de ficar ainda mais. Gabe Askew, artista americano, criou essa animação e fez um fan-clip. Saca só:

Vodpod videos no longer available.

Adorei!

Older Entries