No momento, eu estou que nem esse cliente aqui, ó:

O motivo? Basta ler o e-mail abaixo, que enviei pra Vivo. Se vocês esperam qualidade de atendimento e respeito pelo consumidor, escolham qualqer outra empresa. Divulgem:

Olá,
Meu nome é Dimas, sou cliente Telemig Celular/Vivo há mais de 7 anos e, nunca, em todo esse tempo, estive tão insatisfeito com os serviços prestados.
Na ocasião em que me tornei cliente era menor de idade e, portanto, o telefone foi registrado no CPF de minha mãe, XXXXXXX, cliente Telemig Celular/Vivo há mais de 11 anos.
Sou jornalista e, devido a minha profissão, fui enviado a Porto Alegre (de onde escrevo agora) por um período de apenas 4 meses. Foi com desgosto que, a princípio, descobri que não poderia trazer meu número para cá. Mas sendo a troca do número o menor dos prejúizos e dizendo a atendente ainda em Juiz de Fora que bastaria eu chegar e pedir a mudança de registro, vim tranquilo. Entretanto, estou aqui já há 3 semanas, sem conseguir mudar o número. Explico: há menos de 1 ano me tornei cliente através do plano Iphone Escolha 50. Ou seja, não posso cancelar a linha de Minas Gerais sob pena de multa. A atendente da central telefônica me instruiu sobre um procedimento, na qual a atendente da loja enviaira um e-mail para a central, conseguindo o cancelamento da linha antiga e habilitação da nova sem a multa. Muito bem. Fui à loja e me pediram milhares de documentos, entre eles um comprovante de residência, impossível no caso, pra quem, como eu,está morando num flat. Enquanto isso, as várias ligações que preciso originar e receber são debitadas em minha conta de Minas Gerais, incluindo deslocamento, roaming e um dano material muito maior do que o previsto. Curioso notar que mesmo o banco (instituição que, suponho, preze muito mais pela segurança do que uma empresa de telecomunicações) aceitou uma declaração feita em juízo numa delegacia local como comprvante de residênica. Não foi o caso da Vivo. Tive que aguardar mais de duas semanas até que o banco me enviasse um cartão ao novo endereço, para que este servisse de comprovante de residência. Fui hoje à loja da Vivo onde mais uma vez fui barrado de usufruir dos serviços que me são de direito: como a conta está no nome da minha mãe (que no momento encontra-se de férias, viajando e longe daqui), a Vivo exige uma procuração, com firma reconhecida em cartório para que eu SIMPLESMENTE continue sendo cliente, só que numa localidade diversa.
Como profissional da comunicação, já fui estagiário em empresas e entendo que a impessoalidade é uma tendência no atendimento. Mas dado o histórico de mais de 10 anos como cliente e os registros de regularidade no sistema, acho que seria no mínimo respeitoso por parte da Vivo que trabalhasse pelo meu bem-estar no sentido de SIMPLESEMENTE me dar um chip da área em que estou. Não fosse pela multa, já teria, desde o começo, cancelado o contrato e mudado pra outra operadora. Até porque, também é extremamente incômodo que os atendentes das lojas tenham pouca autonomia e eu precise resolver por TELEFONE várias pendências. Justamente quando, devido A UMA FALHA DA OPERADORA (não oferecer portabilidade entre códigos de área Vivo), eu preciso pagar fortunas em roamings e deslocamentos.
A situação fica ainda mais absurda caso se pense que, sendo o Iphone 50 um plano pós-pago, o único lesado no caso de um calote (porque o tratamento dispensado a mim pela empresa só leva a crer que seja este o temor) seria o titular da conta, que passaria por todas as sanções previstas em contrato. Entretanto, mesmo com o histórico de bom relacionamento com a empresa, a Vivo insiste em complicar minha vida, enquanto banners nas lojas se gabam do fato de que a empresa recebeu nota máxima da ANATEL no quesito “Atendimento ao cliente”. Discordo peremptoriamente. Tanto que considero esse e-mail uma “carta aberta” a ser publicado nos blogs que possuo.
No aguardo de uma resposta (de preferência com uma solução para meus problemas, em especial no que tange aos danos materiais que me vem sendo infligidos a cada ligação e o impedimento de “continuar sendo cliente”), me despeço,
Atenciosamente,
Dimas Tadeu de Lorena Filho

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