Quem leu Gene Youngblood (Expanded Cinema) sabe do que eu estou falando. Isso aqui é um exemplo (interessantíssimo, embora limitado) de cinema interativo e expandido. Acontece que a Philips tá lançando uma televisão de 21:9 (acompanhando a megalomania desenfreada pelo LCD e que culmina nos telões de OLED) e, pra mostrar como a experiência é muito mais “rica” no novo aparelho, encomendou esse vídeo para a produtora Stink Digital (é o poder do viral). A direção é de Adam Berg. Senhoras e senhores, Carousel:

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Lembre-se: é apenas uma “demonstração”. Na TVzona foderosa isso deve virar um delírio à parte. E claro, com interatividade. A navegação pelo ambiente (e consequentemente pela história) é toda controlada pelo espectador, ao contrário daqui, onde é “conduzida”. É Matrix interativo e em plano-sequência, gente! Alguém aí quer fazer uma aposta sobre a crescente importância do espaço para a construção de linguagens? Algo me diz que Carousel vai parar na minha dissertação…

(dica do Ricardo)

Update: O Rafa, do blog Pelvini, também mandou parabéns e indicou o O&A. Obrigado, moço!

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