A idéia de que cada lugar é um microcosmo, um pequeno mundo, nunca foi levada tão a sério. Dá uma olhada na obra do artista francês Alexandre Duret-Lutz:

champsTorre Eiffel

Legal, né? Duret-lutz é é engenheiro de informática e cria as obras através de manipulação digital. Primeiro ele fotografa os espaços em 360 graus (horizontalmente) e num arco de 180 graus (verticalmente). Depois é só tratar tudo no computador e criar esses “planetóides”.

saopedroPraça São Pedro, Vaticano

As paisagens ficam ainda mais legais com prédios. Parece que o surrealismo da coisa aumenta. Pra quem boiou no título do post, trata-se do nome do planetinha no qual vivia “O pequeno príncipe”. Não parece?

princeB612 em aquarela de Saint-Exupery e a estátua de Van Gogh, na Holanda, por Duret-Lutz

Aliás, essa coisa de “planetinhas” parece estar na crista da onda. Sabe do que eu lembrei também? Da forma como a gente vê os planetas do Spore:

spore_2009-01-11_17-28-23

Já tem até “representante nacional”. O site Little Planets, do fotógrafo Daniel Farjoun, usa a mesma técnica em cenários brasileiros. Dá pra comprar pôsteres, ver o catálogo… E rola todo uma proposta ecológico. Bem legal!

(do UOL)

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