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Essa é boa. Laure Murat, uma pesquisadora da UCLA, disque o filme Ratatouille é na verdade uma metáfora para uma “saída do armário” (não, ela não é semioticista, tá? Ela é do departamento de língua francesa e estudos francófonos). A acadêmica, que dá uma palestra hoje lá em Los Angeles, diz que Rémy, o ratinho protagonista é “o gay solitário, ao mesmo tempo refinado e objeto de repulsa, excluído e bem sucedido”. A parte mais legal é quando ela sugere: “Se ‘qualquer um pode cozinhar’ [lema do filme], qualquer cara gay tem um papel no mundo – pelo menos em Paris”.

Eu nem tiro TAAANTO assim a razão da tia, sabe? Olha as manchetes desses portais de culinária:

culinariaFolhas singelas? Epifania das verduras? Esse vinagre é balsâmico…

(do Los Angeles Times)

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