Vale a pena conferir a performance organizada por esse coletivo de arte suíço. O “orquestrador” de tudo se identifica apenas como Dave e diz que o trabalho pretende despertar reflexão para “como a arte pode fazer do mundo um lugar melhor”. Eu, particularmente, gosto da quantidade quase barroca de opostos que o trabalho mistura. É sagrado e profano o tempo todo: pessoas nuas e o Papa, a Grécia e o Papa. Obama e o Papa? Será que tudo é oposto ao Papa? Ou ele vai contra tudo?

Enfim, essa performance, que aconteceu terça passada, faz parte de um projeto maior: a Maratona da Arte, que deve percorrer o mundo nos próximos 42 anos, segundo Dave. Legal.

(do Towleroad)

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